O Tribunal Supremo iniciou, esta quarta-feira, a fase contraditória do processo que envolve o general na reforma Higino Carneiro, acusado pelo Ministério Público dos crimes de peculato e branqueamento de capitais.
O processo está relacionado com alegados actos praticados durante o período em que Higino Carneiro exerceu as funções de governador da então província do Cuando Cubango.
Segundo a acusação, o arguido terá utilizado de forma indevida fundos públicos destinados ao desenvolvimento social e económico da província.
O Ministério Público entende que o dinheiro terá sido canalizado para a construção e gestão de empreendimentos turísticos e hoteleiros em benefício próprio, em prejuízo de projectos sociais previstos.
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