A acção humanitária desencadeada pela embaixada de Angola em São Tomé e Príncipe, beneficia mais de 100 famílias.

O espírito de Natal está a ser partilhado em diversas comunidades até ao dia 26 de novembro. «O objetivo é apoiar as famílias em situação de vulnerabilidade social, maioritariamente descendentes de angolanos residentes no país», diz a nota de imprensa da embaixada de Angola.
No total 136 cabazes de bens alimentares estão a ser distribuídos sendo 122 na ilha de São Tomé, e 14 na Região Autónoma do Príncipe.

A acção humanitária está a ser implementada em parceria com a Associação dos Filhos Descendentes dos Angolanos em São Tomé e Príncipe, e sob a direcção do Segundo Secretário da Embaixada, Firmino Santos, e do Presidente da Associação, Filipe Samba.
Para chegar com os cabazes às comunidades mais isoladas do país, a embaixada de Angola e a Associação dos Angolas contaram com o apoio logístico do exército de São Tomé e Príncipe.
Segundo a missão diplomática angolana «foi dada prioridade a pessoas idosas, com deficiência permanente, os acamados e famílias em situação de extrema vulnerabilidade».
A reflectir sobre a sustentabilidade da acção humanitária para atender aos mais carenciados, a comunidade angolana em São Tomé e Príncipe manifestou interesse em submeter projetos estruturantes, ao governo angolano. Nomeadamente o projeto de criação de gado bovino na Roça Diogo Vaz, com vista à promoção da autossuficiência económica, e um plano anual de actividades desportivas para crianças e jovens dos 6 aos 17 anos, como instrumento de inclusão social.

«A Embaixada da República de Angola considera que esta ação humanitária reforça os laços de solidariedade, proximidade institucional e cooperação fraterna entre Angola e São Tomé e Príncipe, reafirmando o compromisso do Estado angolano com o bem-estar das suas comunidades no exterior e com a promoção de uma diplomacia de carácter humano e social», reforça a nota de imprensa da embaixada angolana.

Uma família que viu a sua residência engolida pelo fogo no dia 8 de dezembro no bairro de Água Arroz, na cidade de São Tomé, também foi beneficiária da acção humanitária da embaixada de Angola.
A representação diplomática angolana manifestou consternação e tristeza pelo incêndio que, para além de destruir a residência da senhora Leonora do Sacramento Amoço, acabou por levar a vida de duas crianças. «Lamentavelmente, o sinistro resultou na destruição total da residência e no falecimento físico de dois dos seus filhos, que ficaram carbonizados pelas chamas», diz a nota de condolências da embaixada de Angola

A senhora Amoço, por sinal descendente de angolanos, recebeu da embaixada e da associação dos angolanas ajuda moral e material, para reerguer-se das cinzas que o fogo transformou a sua vida no passado dia 8 de dezembro.
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