Marcolino Moco rejeita apoio a Higino Carneiro e denuncia “manipulação” com dedo de serviços secretos
A polémica instalou-se após o antigo primeiro-ministro vir a público negar qualquer ligação a uma alegada lista de apoio a Higino Carneiro, denunciando um esquema de desinformação política.
Marcolino Moco afirmou que nunca apoiou nem apoiaria qualquer candidato à liderança do MPLA, lembrando que deixou de integrar o partido em 2009 e que desde então mantém uma postura crítica. “Como apoiaria eu qualquer candidato a presidente do MPLA, se não milito nem pago cotas desde 2009?”, questionou.
O político classificou a divulgação da lista como resultado de acções de estruturas que descreve como ligadas a “serviços secretos”, acusando-as de actuarem para travar mudanças no país e manipular a opinião pública.
Moco denunciou ainda episódios de pressões, ameaças e tentativas de silenciamento ao longo dos anos, apontando para práticas destinadas a condicionar a sua posição política.
Segundo explicou, a informação falsa terá sido disseminada através de uma conta no Facebook que se fazia passar por Adalberto Costa Júnior, numa tentativa de criar confusão e sugerir ligações políticas inexistentes.
Apesar de recorrer à ironia ao admitir, em tom leve, uma hipotética candidatura, o antigo governante considerou o caso grave, alertando que este tipo de actuação alimenta a desinformação e prejudica o debate político transparente em Angola.
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