O líder do partido Liberal, Luís de Castro, não poupou palavras ao criticar a gestão do governo angolano, que, segundo ele, ignora a realidade de milhares de crianças fora do sistema educacional há nove anos. Em uma declaração contundente, Castro apontou que a atual administração agora se limita a instruir a Ministra da Educação a lidar com a questão, sem ações efetivas que demonstrem um compromisso verdadeiro em resolver o problema.
“O governo parece esperar que a construção de novas escolas seja financiada com dinheiro repatriado, enquanto o futuro de nossas crianças continua comprometido,” afirmou o político. A insatisfação de Castro é compartilhada por muitos cidadãos que veem a educação como uma prioridade crítica para o desenvolvimento do país.
Além disso, a situação financeira do governo angolano não parece otimista. Recentemente, houve o esgotamento dos recursos do Fundo Soberano relacionados ao programa de Investimento Público Integrado Municipal (PIIM), um projeto que, segundo críticos, nasceu sem viabilidade e não atendeu às necessidades essenciais da população.
A falta de um plano coerente e ações efetivas levanta preocupações sobre o futuro da educação em Angola, um setor vital para o desenvolvimento social e econômico do país. Com as palavras de Luís de Castro ecoando nas ruas, a esperança é que a pressão pública leve a administração a repensar suas estratégias em relação ao futuro das crianças angolanas.
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