Em consequência de acções atribuídas a Isaías Kalunga e Pablo Ouro, membros dos HDA no Hotel Skyna, destinadas a impedir a realização da VIII Assembleia Geral do Conselho Nacional de Juventude (CNJ), encontram-se retidos injustamente alguns líderes associativos, segundo a denúncia divulgada por representantes das organizações membros.
- Marcelino Joaquim — Representante da AAJDA e associação detentora da Vice-Presidência para a Administração e Finanças do CNJ, entidade que indicou Sebastião Jaca Maurício;
- Paulo Gabriel Lemos — Presidente da APAREM, que, por vacatura, presidiu o Conselho Fiscal e Jurisdicional do CNJ;
- Romeu Vidal Francisco — Membro da Brigada 28 de Agosto, organização histórica, com trajecto associativo dinâmico e membro com pleno direito de voto no CNJ.
A nota sublinha ainda que Paulo Gabriel Lemos enfrenta um quadro de saúde frágil, na sequência de um AVC recente. O documento acusa Wilber Cassule da Conceição de ter agredido física e verbalmente o dirigente, alegadamente sob comando de Isaías Kalunga e Sebastião Jaca Maurício, classificando o acto como grave e indicando que será apresentado um processo-crime urgente.
De acordo com os estatutos do CNJ, o termo de posse e a documentação pertinente, o mandato dos órgãos sociais eleitos em 28 de agosto de 2020 encontra-se formalmente caducado.
Segundo os autores da denúncia, foi essa situação legal que motivou a convocação da VIII Assembleia de Renovação de Mandatos.
A situação é descrita como envolvendo fortes indícios de detenção arbitrária, associada a interesses classificados como antipatrióticos, bem como ameaças e perseguição contra lideranças associativas. O texto afirma ainda que existiriam benefícios de protecção nos bastidores por parte de Isaías Kalunga e aliados.
Perante os acontecimentos, os líderes das organizações membros do CNJ estão a agendar uma conferência de imprensa para expor publicamente o que consideram ser uma injustiça. O objectivo é informar a opinião pública, num contexto em que a governação declara combate à corrupção e à impunidade como instrumentos centrais de acção.
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