O economista Carlos Rosado afirmou, num programa da rádio MFM, que Isaías Kalunga estaria a liderar o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de forma ilegal, por ter o mandato vencido. Segundo Rosado, é “muito preocupante” que a presidência do CNJ continue sob a mesma liderança, apesar do fim do período legal.
“A liderança do CNJ tem o mandado vencido e o presidente quer continuar na liderança”, declarou Carlos Rosado no espaço radiofónico, sustentando que a permanência no cargo viola princípios de legalidade e de cumprimento das normas.
Rosado acrescentou ainda que o governo tem promovido leis voltadas à transparência, especialmente no âmbito de organizações não governamentais (ONGs). Para o economista, é inaceitável que entidades que não cumprem a lei sejam beneficiadas com recursos públicos.
“Não podemos admitir que uma organização que não cumpre a lei se beneficie do bem público”, afirmou, referindo-se, no seu argumento, ao impacto financeiro previsto para a organização ligada à liderança do CNJ.
Conforme o economista, a liderança poderá receber mais de 250 mil dólares ao longo deste ano, o que torna o caso mais grave, na sua perspetiva.
Ainda no mesmo contexto, Rosado defendeu que a situação deve ser esclarecida e revista, para que o CNJ opere dentro dos prazos e das regras estabelecidas, garantindo transparência e legitimidade institucional.
Aliqu justo et labore at eirmod justo sea erat diam dolor diam vero kasd
Rua 2, Avenida Brazil, Luanda
+244 923 445 566
pontodeinformacao@pontodeinformacao.com
© Todos os direitos reservados.