Após as operações das forças policiais para desmantelar locais de exploração ilegal de ouro na província do Bengo, surgem acusações de que algumas dessas áreas estariam a ser posteriormente ocupadas por interesses ligados ao Governo Provincial.
Segundo essas alegações, a governadora do Bengo, Maria Antónia Nelumba, teria direcionado a sua atenção para as zonas de exploração aurífera existentes nos municípios do Ambriz, Nambuangongo, Kibaxi, Bula Atumba e outras localidades ricas em ouro.
Os críticos defendem que, em vez de promover maior transparência na gestão dos recursos minerais e criar oportunidades legais para as comunidades locais, as autoridades estariam a privilegiar interesses ligados à exploração do ouro. Por isso, apelam às instituições competentes para que esclareçam a situação e garantam que a gestão dos recursos naturais seja feita com transparência, respeito pela lei e em benefício da população.
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