O ministro de Estado e chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Pereira Furtado, assegurou, no último fim-de-semana, no Lubango, Huíla, que a Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC) não apresenta qualquer capacidade bélica na província.
A declaração foi feita durante o Encontro Regional Sul da Sociedade Civil, promovido pelo Movimento Nacional Angola Real (MONAAR), que reuniu representantes da Huíla, Namibe, Cunene, Cubango e outras províncias para discutir o papel das organizações cívicas no desenvolvimento do país.
Ao abordar o tema “O percurso da luta armada em Angola (1975-2002)”, o general afirmou que as alegadas ações militares da FLEC em Cabinda são “propaganda política”.
“É tudo mentira. Em Cabinda não existe uma única base militar da FLEC. Há apenas alguns civis residindo na República Democrática do Congo e na República do Congo, pagos para realizar incursões ocasionais”, disse Francisco Furtado.
Segundo o ministro, essas pessoas tentam, de forma pontual, penetrar na fronteira, mas são repelidas pelas forças de segurança, garantindo que a província está pacificada de norte a sul.
O general criticou ainda a recente declaração de independência proclamada pelo filho de Nzita Tiago, residente em Paris, classificando o acto como mais uma ação de propaganda distante da realidade local.
Durante a sua intervenção, Francisco Furtado fez um resumo histórico do conflito armado que marcou Angola pós-independência, destacando que as décadas de instabilidade político-militar ainda impactam o desenvolvimento social e económico do país.
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