Destaques:

Denúncia: Atual estado da Sociedade Mineira de Catoca

SOCIEDADE MINEIRA DO CATOCA

Denuncia e Solicitação de Intervenção da Opinião Pública dos Angolanos! 

 

Atual estado da Sociedade Mineira de Catoca! 

 

Há cerca de um ano, a Sociedade Mineira de Catoca enfrenta uma crise silenciosa, perante a qual muitos optam pelo descaso ou pelo silêncio. Neste período, graves acusações foram lançadas contra profissionais dedicados, culminando em processos disciplinares, difamações severas e despedimentos arbitrários. Tudo isto sob o pretexto leviano e gravíssimo de que estes colaboradores teriam "vendido a pátria".

 

Passados mais de oito meses, o clima organizacional encontra-se perigosamente fragmentado entre acusadores, injustiçados e uma maioria neutra que assiste, perplexa e sem respostas, à degradação da nossa cultura empresarial.

Ao contrário daqueles que, de forma gananciosa e à margem da lei, expuseram a honra de muitos colaboradores nas redes sociais , inclusive devassando dados pessoais. A esses, gostaríamos que viessem a público, de rosto descoberto, desafiar formalmente os acusadores a saírem do anonimato e a apresentarem as provas concretas que justificaram condenações tão desumanas e desproporcionais.

 

A Incoerência das Acusações:

 

A acusação central a que foi imputada a muitos colaboradores, baseiam-se na alegada cedência de informações confidenciais à nova parceira social da empresa. Diante disso, impõe-se uma questão fundamental que os acusadores têm a obrigação moral e legal de responder:

 

A pergunta que carece de respostas transparente:

 

Que tipo de informação estratégica ou reservada teria sido prestada a um sócio investidor que este já não dominasse no âmbito do seu processo de diligência e entrada na sociedade? 

 

Que dados, sob posse destes colaboradores, teriam uma gravidade tal que justificasse um tratamento tão cruel e punitivo?

 

Relembra-se que a Sociedade Mineira de Catoca é uma instituição transparente, cujos relatórios operacionais, financeiros e de produção são consolidados e auditados. 

 

O que está, afinal, por trás desta vaga de perseguições e assassinato de reputações?

 

O Compromisso com a Verdade e a Justiça:

 

Existe a boa vontade de esclarecimentos perante as instâncias judiciais, caso alguém venha a público provar, com factos irrefutáveis, qualquer ato ilícito ou lesivo praticado pelos colaboradores contra a empresa ou contra a Nação. 

 

Se houver provado erro, devem assumir a responsabilidade com a consciência do seu impacto.

Caso contrário, exige-se que se ponha um termo imediato a estas manobras caluniosas e de delação premiada que sustentam a corrupção, impunidade e o nepotismo. 

 

Aquilo que os verdadeiros responsáveis tentam esconder não precisará de ser exposto por eles, como ensina a Escritura, "nada há de oculto que não venha a ser revelado, nem escondido que não venha a ser conhecido e trazido à luz".

 

O Risco Estratégico: A Empresa e a Nação em Jogo.

Exortamos os responsáveis por estas intrigas a cessarem imediatamente tais práticas e a focarem no que verdadeiramente importa: trabalhar para a sustentabilidade de Catoca.

 

Não podemos brincar com a estabilidade de uma instituição que sustenta milhares de famílias. Atualmente, o setor diamantífero enfrenta desafios sem precedentes:

 

• Sinais de fadiga e riscos operacionais na mina, que exigem rigor técnico e unidade;

 

• Desestabilização profunda da indústria e instabilidade nos mercados internacionais.

Continuar a alimentar guerras de egos e falsas acusações num momento crítico como este põe em risco direto milhares de postos de trabalho e a sobrevivência financeira do maior projeto diamantífero do país.

 

Apela-se a Administração da ENDIAMA sobre o Impacto ao Investimento Estrangeiro.

A ENDIAMA, enquanto acionista e tutora do setor, deve assumir o seu papel com a máxima gravidade e responsabilidade. Não se pode continuar a condescender ou a alimentar um problema fabricado que mina a coesão interna e destrói o património humano da empresa por conta de interesses e agendas pessoais. 

 

Mais do que um conflito interno, a gestão leviana deste processo transmite uma mensagem devastadora ao exterior. 

 

Ao perseguir profissionais pelo simples facto de interagirem no âmbito de parcerias societárias legítimas, passamos a falsa e perigosa imagem de que Angola é um país imprevisível, incapaz de honrar compromissos económicos e hostil ao capital estrangeiro.

 

Em um momento em que o país necessita de atrair divisas e credibilidade internacional, descredibilizar investidores do porte da Taadeen e afugentar o capital externo é um ato de verdadeiro prejuízo à economia nacional por falta de higiene moral e ganância desmedida. 

 

Conclusão

É hora de travar esta espiral de destruição. Parem com as perseguições, reponha-se a justiça e devolva-se a dignidade a quem sempre trabalhou pelo crescimento de Catoca e de Angola.

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