Líderes juvenis membros do Conselho Nacional da Juventude (CNJ) estarão a ser alvo de alegadas pressões e tentativas de coação, com o objetivo de inviabilizar a realização da VIII Assembleia Geral de Cessação e Renovação de Mandatos, agendada para o próximo dia 9 de janeiro de 2026, segundo informações avançadas por fontes internas da organização.
Fontes consideradas fidedignas, ouvidas pela MWENE-NEWS, revelam que circulam, em diversos círculos ligados ao CNJ, rumores sobre uma suposta orientação proveniente da direção cessante, no sentido de promover uma campanha de descredibilização do processo assemblear, com vista a influenciar negativamente a opinião pública e comprometer a realização do evento.
De acordo com as mesmas fontes, Tomás Bica, antigo administrador municipal do Cazenga, é apontado como o alegado coordenador de ações de mobilização junto de líderes de algumas organizações membros do CNJ, com o intuito de os dissuadir de participar na referida Assembleia Geral.
As denúncias indicam ainda que dirigentes provinciais da juventude estariam a ser pressionados, incluindo através de alegadas ameaças, para produzir conteúdos críticos e promover ataques públicos contra membros e estruturas que não se alinhem com a atual liderança cessante.
Relativamente ao local escolhido para a realização da Assembleia Geral, as fontes relatam que a direção cessante terá envidado esforços para impedir a realização do evento no Hotel Skyna, na zona da Mutamba, em Luanda — tentativa que, segundo as informações recolhidas, não terá surtido efeito.
Tomás Bica é igualmente referido como participante ativo em grupos de WhatsApp, nomeadamente “Análise e Perspectivas” e “Termômetro”, onde surge como defensor da atual liderança. Segundo as fontes, esta atuação estaria associada a interesses ligados a antigos dossiês habitacionais, designadamente os projetos Kalawenda e Vida-Pacífica.
Ainda de acordo com os relatos apurados, a estratégia atribuída à direção cessante — cujo início estaria previsto para sábado, 3 de janeiro — visaria igualmente desviar a atenção da opinião pública do trabalho desenvolvido pela Comissão Preparatória da VIII Assembleia Geral.
A MWENE-NEWS tentou, por três vezes, obter um pronunciamento das partes visadas nas acusações, sem sucesso até ao fecho desta edição.
Este órgão de comunicação social continuará a acompanhar o desenrolar deste processo relacionado com o CNJ, mantendo os leitores devidamente informados.
SOMOS DA GERAÇÃO DO “TÁ FALA, TÁ FAZER”.
Aliqu justo et labore at eirmod justo sea erat diam dolor diam vero kasd
Rua 2, Avenida Brazil, Luanda
+244 923 445 566
pontodeinformacao@pontodeinformacao.com
© Todos os direitos reservados.