Nos últimos meses, tive o privilégio de observar o desporto africano numa perspectiva regional mais ampla, através do trabalho desenvolvido no Conselho Superior do Desporto da União Africana – Região 5.
E uma realidade tornou-se cada vez mais evidente:
* África não tem falta de talento.
* África não tem falta de ambição.
* África não tem falta de potencial.
O que muitas vezes nos falta são sistemas.
Demasiadas conversas continuam centradas apenas em eventos, torneios e cerimónias. Mas a transformação de longo prazo exige algo mais profundo:
• consistência institucional,
• parcerias estratégicas,
• boa governação,
• caminhos estruturados para o desenvolvimento da juventude,
• cooperação regional,
• e modelos de negócio sustentáveis.
O desporto já não pode ser tratado apenas como competição ou entretenimento.
No século XXI, o desporto é:
• diplomacia,
• oportunidade económica,
• política de juventude,
• integração regional,
• e influência estratégica.
À medida que continuamos a preparar grandes iniciativas regionais e a reforçar a cooperação na África Austral, um princípio mantém-se central:
Sem estratégia, o desporto é um evento.
Com estratégia, o desporto torna-se poder.
África não precisa de momentos isolados.
Precisa de sistemas que sobrevivam aos momentos.
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